segunda-feira, 12 de abril de 2010

Um pouco de saúde

Andei em busca de conhecimento sobre as vitaminas e sais minerais necessários para o corpo e me deparei com um site que foi muito útil na minha procura.
Devo dizer que não estou aqui para fazer divulgação do site, mas sim pelo conteúdo informativo que ele leva para a população e acrescento dizendo que todos devem seguir uma alimentação saudável para que possamos desfrutar melhor dos alimentos e assim poder prolongar a vida.

domingo, 4 de abril de 2010

Audiobook

Audiobook, audiolivro ou livro falado é uma gravação dos conteúdos de um livro lidos em voz alta. Ele se apresenta em suportes informacionais diversificados, podendo ser encontrado em K-7 e CD, além de outros formatos mais modernos como o MP3, o WMA, o Ogg, entre outros, podendo ser gratuitos ou pagos. As versões pagas contam com a vantagem de possuírem narradores profissionais contando a história, podendo haver ainda efeitos sonoros, que ajudam na interpretação do texto e evitam a monotonia na escuta. Já os gratuitos trazem uma grande variedade de obras para download, a maioria atualmente em domínio público, copyleft ou outra licença pública livre disponível, narradas por voluntários ou profissionais, gratuitamente. O audiolivro é ideal para pessoas que querem ler, porém, não possuem tempo para tal atividade, para deficientes visuais, para estudiosos que desejam otimizar seu tempo ocioso e para tipos de personalidades que sâo mais auditiva que visuais.
No mercado americano contamos, em 2010, mais de 50.000 títulos. No entanto, são os alemães os maiores entusiastas e consumidores de audiolivros, principalmente em formato de rádio novelas. Vários títulos brasileiros de escritores como Moacyr Scliar já tiveram suas obras encomendadas pelo mercado alemão para o formato audiolivro.
Hoje no Brasil o mercado esta em ascenção, com novas empresas investindo em títulos diversos, desde best-sellers a ninchos específicos como audiobooks para concursos públicos.
Contamos hoje com quase 1000 títulos em português

Livro falado para pessoas com deficiência visual

Fundações como a Dorina Nowill, tem um enorme acervo de audiolivros gratuitos para deficientes visuais.Basta cadastrar-se, e pode passar a receber gratuitamente pelos Correios.

Confundido muitas vezes com o Audiobook ou Audiolivro, versão de livro em áudio impregnado de efeitos sonoros, como fundo musical e vozes dramatizadas, o Livro Falado não é interpretado, não traduz sentimentos e não pode, em hipótese alguma, ter efeitos sonoros, pois ele tenta ser uma versão aproximada do livro em tinta. Além disso, a interferência da sonoplastia artística induz o ouvinte a um significado que provavelmente ele não teria se o áudio fosse gravado com a chamada "leitura branca" que, mesmo desprovida de recursos artísticos e de sonoplastia, obedece às regras da boa impostação de voz e pontuação, pois parte do princípio de que quem tem de construir o sentido do que está sendo lido é o leitor e não o ledor (pessoas que utilizam a voz para mediar o acesso ao texto impresso em tinta para pessoas visualmente limitadas).

Retirado do site: http://pt.wikipedia.org/wiki/Audiobook

sábado, 13 de fevereiro de 2010

O que é orar em línguas?

Pergunta: "O que é orar em línguas? É orar em línguas uma linguagem de oração entre o Cristão e Deus?"

Resposta:
Há quatro passagens principais que são usadas como evidência para orar em línguas: Romanos 8:26; 1 Coríntios 14:4-17; Efésios 6:18 e Judas versículo 20. Efésios 6:18 e Judas versículo 20 mencionam “orando no Espírito”. No entanto, línguas como uma linguagem de oração é bem improvável que seja uma interpretação para “orando no Espírito”.

Romanos 8:26 nos ensina: “Também o Espírito, semelhantemente, nos assiste em nossa fraqueza; porque não sabemos orar como convém, mas o mesmo Espírito intercede por nós sobremaneira, com gemidos inexprimíveis”. Dois pontos importantes fazem bem improvável com que Romanos 8:26 esteja se referindo a línguas como uma linguagem de oração. (1) Romanos 8:26 indica que é o Espírito que expressa “gemidos”, e não os Cristãos. (2) Romanos 8:26 indica que esses gemidos do Espírito são “inexprimíveis”. A essência de falar em línguas é expressar palavras.

Isso nos deixa com 1 Coríntios 14:4-17 e versículo 14 especialmente: “Porque, se eu orar em outra língua, o meu espírito ora de fato, mas a minha mente fica infrutífera”. 1 Coríntios 14:14 menciona claramente “orar em outra língua”. O que isso significa? Primeiro, estudar o contexto é de grande valor. 1 Coríntios capítulo 14 é primeiramente uma comparação / contraste entre o dom de falar em línguas e o dom de profecia. Versículos 2-5 deixam bem claro que Paulo enxerga profecia como um dom superior ao dom de línguas. Ao mesmo tempo, Paulo exclama o valor de línguas e declara que ele é contente com o fato de que ele fala em línguas mais do que qualquer outra pessoa (versículo 18).

Atos capítulo 2 descreve a primeira ocorrência do dom de línguas. No dia de Pentecostes, os apóstolos falaram em línguas. Atos capítulo 2 deixa bem claro que os apóstolos estavam falando em uma linguagem humana (Atos 2:6-8). A palavra traduzida “línguas” em Atos 2 e 1 Coríntios 14 é “glossa”, o que significa “linguagem”. É a palavra da qual temos a palavra moderna “glossário”. Falar em línguas era a habilidade de falar em uma língua que você não conhecia, para comunicar o Evangelho a alguém que falava aquela língua. Na área multicultural de Corinto, parece que o dom de línguas era de grande valor e importância. Os Cristãos de Corinto puderam comunicar melhor o Evangelho e a Palavra de Deus como resultado do dom de línguas. No entanto, Paulo deixou bem claro, mesmo com esse uso de línguas, que era para ser traduzido como “interpretar” (1 Coríntios 14:13,27). Um crente de Corinto falaria em línguas, ministrando a verdade de Deus para alguém que falava aquela língua, e então aquele crente, ou outro na igreja, era para interpretar o que estava sendo falado, para que toda a assembléia pudesse entender o que estava sendo dito.

O que, então, é orar em línguas e como é diferente de falar em línguas? 1 Coríntios 14:13-27 indica que orar em línguas também é para ser interpretado. Como resultado, aparenta ser o caso que orar em línguas era oferecer uma oração a Deus. Essa oração ministraria a alguém que falava aquela língua, mas também precisaria ser interpretada para que todo o corpo pudesse ser edificado.

Essa interpretação não concorda com uma outra explicação que enxerga orar em línguas como uma linguagem de oração. Essa outra interpretação pode ser resumida de tal forma: orar em línguas é uma linguagem de oração pessoal entre aquele que crê e Deus (1 Coríntios 13:1), que o crente usa para se edificar (1 Coríntios 14:4). Esse interpretação não é Bíblica pelos seguintes motivos: (1) Como é que orar em línguas pode ser uma linguagem particular, se é para ser interpretada (1 Coríntios 14:13-17)? (2) Como é que orar em línguas pode ser para auto-edificação quando a Bíblia ensina que os dons espirituais são para a edificação da igreja, não de nós mesmos (1 Coríntios 12:7)? (3) Como é que orar em línguas pode ser uma linguagem particular de oração se é para ser um “sinal para os incrédulos” (1 Coríntios 14:22)? (4) A Bíblia deixa bem claro que nem todo mundo possui o dom de línguas (1 Coríntios 12:11, 28-30). Como é que línguas pode ser um dom de auto-edificação se nem todo crente o possui? Não é verdade que todos nós precisamos ser edificados?

Há um outro entendimento de orar em línguas que precisa ser mencionado. Alguns acreditam que orar em línguas é para ser um “linguagem de código secreta” que não permite que Satanás e seus demônios entendam nossas orações, e portanto ganhe uma certa vantagem sobre nós. Essa interpretação não é Bíblica por duas razões: (1) O Novo Testamento é consistente em descrever línguas como uma linguagem humana. É pouco provável que Satanás e seus demônios não sejam capazes de entender linguagens humanas. (2) A Bíblia registra inúmeros crentes orando em sua própria língua, em voz alta, sem se preocupar com Satanás interceptando a oração. Até mesmo se Satanás e/ou seus demônios escutassem e entendessem as orações que fazemos – eles não têm nenhum poder para prevenir que Deus responda as orações de acordo com Sua vontade. Sabemos que Deus escuta nossas orações, e esse fato torna a possibilidade de Satanás e seus demônios escutarem nossas orações irrelevante.

Tendo dito tudo isso, o que dizer dos vários Cristãos que têm experimentado orar em línguas e acham que é realmente poderoso para edificar? Primeiramente, precisamos basear nossa fé e prática na Bíblia, não em experiência. Precisamos enxergar nossas experiências de acordo com a Bíblia, não interpretar a Bíblia de acordo com as nossas experiências. Segundo, muitos dos cultos e religiões mundiais também registram ocorrências de falar em línguas / orar em línguas. É claro que o Espírito Santo não está distribuindo o dom de línguas aos incrédulos. Então, parece ser o caso que os demônios podem falsificar o dom de falar em línguas. Isso deve fazer com que comparemos com mais cuidado ainda nossas experiências com a Bíblia. Terceiro, muitos estudos têm mostrado que falar / orar em línguas pode ser um comportamento que se aprende. Quando se escuta e observa outros falando em línguas, uma pessoa poder aprender tal procedimento, mesmo que subconscientemente. Essa é a explicação mais provável para a grande maioria de exemplos de pessoas falando / orando em línguas entre os Cristãos. Quarto, o sentimento de “auto-edificação” é natural. O corpo humano produz adrenalina e endorfina quando experimenta algo novo, empolgante, emocionante e/ou desconectado de pensamento racional.

Orar em línguas com certeza é um assunto que os Cristãos devem discordar com amor e respeito uns pelos outros. Orar em línguas não é o que determina salvação. Orar em línguas não é o que separa um Cristão maduro de um imaturo. Se orar em línguas é ou não uma linguagem de oração não é fundamental à fé Cristã. Então, enquanto acreditamos que a interpretação bíblica de orar em línguas não sustenta a idéia de uma linguagem pessoal para auto-edificação – também reconhecemos que muitos que a praticam são nossos irmãos e irmãs em Cristo, que merecem nosso amor e respeito.

Obs.: Encontrei esse texto no site "http://www.gotquestions.org/portugues/orar-em-linguas.html" e achei de muita importância ser publicado para o conhecimento de outros.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Lendas de Natal: quem foi o Papai Noel na vida real



Natal é uma época muito especial, além de bela. As decorações de natal tomam conta das ruas e casas, milhões de luzes dão uma cor especial à cidade e tudo passa a girar em torno das festas de final de ano. Mas você já se perguntou qual a origem do natal, das cores e personagens dessa tradicional festa cristã, que movimenta o mundo todo?

Descubra curiosidades sobre o Natal e conheça algumas lendas natalinas:

A LENDA DE SÃO NICOLAU

Sabe-se que São Nicolau de Bari nasceu em Patara, província de Lícia (Turquia). Desde pequenino ajudou os pobres. Nicolar era uma pessoa muito religiosa e dedicou a vida a Deus. Foi consagrado sacerdote e professou sua fé em um mosteiro. Depois foi bispo em Mira (Turquia). Faleceu em 6 de dezembro de 345, e todo ano se celebra sua festa nessa data. No Oriente é chamado São Nicolau de Mira, embora, quando a Turquia foi invadida pelos maometanos, em 1807, alguns católicos tivessem levado o santo para Bári (Itália), onde lhe foi construída uma basílica. Foi também chamado de Magno. Dizem que São Nicolar é um santo muito milagroso. Desde o século VI construíram-se diversos templos em sua homenagem. É padroeiro da Rússia, Grécia e Turquia. Na Idade Média, a lenda de São Nicolau se estendeu pela Europa, principalmente na Itália e nos estados alemães e holandeses. Na Holanda, é o padroeiro da cidade de Amsterdã e dos marinheiros holandeses, pois lhe é atribuída a capacidade de aquietar os mares durante as tempestades. Quando os holandeses colonizaram Nova Amsterdã (a atual ilha de Manhattan, nos EUA), fizeram todo o possível para manter seu culto e tradições no Novo Mundo.

QUEM É PAPAI NOEL?

O velhinho gordo, barbudo e vestido de vermelho é uma das figuras centrais do Natal, que inclusive em algumas partes do mundo conseguiu substituir os Reis Magos e o menino Jesus como o ser generoso que leva presentes às crianças que se comportam bem. Pode-se considerar que seja ele o representante do Natal secular. É conhecido por vários nomes, dependendo de cada região do mundo, e, embora se associe a diferentes lendas, sua presença é sentida praticamente em toda a Terra durante a época natalina.

DE ONDE SURGIU O PAPAI NOEL QUE CONHECEMOS HOJE ?

Acombinação de São Nicolau, o espírito do Natal e Kris Kringle (por sua vez a mescla do Christkind com a figura de Pelznickel) ganhou ímpeto nos EUA graças aos imigrantes holandeses da região de Nova Amsterdã. Em 1804, foi fundada a Sociedade Histórica de Nova York, com Nicolau de Bári como santo padroeiro, e seus membros reviveram a tradição holandesa de São Nicolau como portador de presentes. Em 1809, Washington Irving publicou uma sátira sobre a história de Nova York (a História de Nova York segundo Knickerbocker), na qual zombava do passado holandês da cidade e incluía também a referência a São Nicolau. Quando Irving se associou à Sociedade Histórica no ano seguinte, presenciou as festividades da ceia anual de São Nicolau, que incluíam uma figura bordada do São Nicolau tradicional (alto e com uma túnica comprida) e um poema sobre Papai Noel (em holandês, Sinterklaas). Irving editou sua sátira sobre a história de Nova York em 1812 e acrescentou detalhes sobre Nicolau voando acima das copas das árvores, numa carroça em que levava seus presentes para as crianças. O fato de Washington Irving chamar esse personagem de “guardião de Nova York” fez sua popularidade transbordar e contagiar os americanos de origem inglesa, que também começaram a celebrar sua festa a cada 6 de dezembro e que transformaram o Sinterklaas holandês no Papai Noel americano. Em 1812, um impressor de Nova York, chamado William Gilley, publicou um poema sobre Sancte Claus, que se vestia com peles e conduzia um trenó puxado por uma rena. Contudo, o Sancte de Gilley era muito pequeno, como um duende. A versão humana de Noel se tornou a imagem dominante por volta de 1841, quando um comerciante de Filadélfia, chamado J. W. Parkinson, contratou um homem para que se vestisse de Kris Kringle e subisse ao telhado de sua loja.

A LENDA DE MAMÃE NOEL

Mamãe Noel é a esposa de Papai Noel. Costuma ser representada como uma mulher carinhosa que está sempre ao lado do marido, ajudando-o e dando lhe apoio. Em geral usa óculos e tem os cabelos brancos presos num coque ou numa trança. É tão gorducha quanto o marido e costuma vestir-se de vermelho. As representações de Mamãe Noel são bastante similares: mostram-na como uma mulher corpulenta que adora cozinhar e está sempre preocupada em manter as coisas em ordem no Pólo Norte para que tudo corra à perfeição no Natal. Suas atividades incluem desde passar a roupa vermelha do Papai Noel até supervisionar a forma como são elaborados os brinquedos.

COMO SURGIU A MAMÃE NOEL?

A autora americana Katherine Lee Bates foi a primeira a introduzir a Mamãe Noel na cena natalina no poema “A esposa de Papai Noel num passeio de trenó”, publicado em 1889. No poema, a Mamãe Noel pede ao marido que a deixe acompanhá-lo em sua viagem pelo mundo para distribuir brinquedos. Queixa-se de que é ela quem faz todo o serviço e ele é quem recebe toda a glória, portanto é justo que lhe permita ir. Como todas as esposas, ela acaba por convencê-lo não só a deixar que guie as renas como também que entregue alguns presentes. Assim, acompanha Papai Noel durante todo o trajeto e regozija-se por proporcionar alegria a todas as crianças.

Este aqui é o endereço da Joulupukki Cammare (Casa do Papai Noel):

Santa Claus
FIN-96930 Arctic Circle
Rovaniemi - Finlândia

http://www.santaclausoffice.fi/


Retirado do site: http://www.selecoes.com.br/selecoesevoce/conhecimento/1121/Lendas-de-Natal-quem-foi-o-Papai-Noel-na-vida-real.html